Talvez você nunca me entenda. Mas sempre tentarei explicar-me pelos meus versos e inversos - Milena Medeiros 11/maio/2012
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LU GENOVEZ, cadê você?
A autora Lu GENOVEZ encerrou as atividades do cantinho dela, no site Recanto das Letras. E faz tempo!
Será que está bem? Não deseja mais se expor na internet?
Algumas perguntas ficam no ar, esperando o retorno dela.
Um de seus textos, que compartilhei aqui em 2010. O blog tinha outro nome, então. Era "Pedaços de Mim".
Segue o texto:
["A falta que eu sinto
não é de ti
É daquela que eu era
quando estava contigo."]
(Lu Genovez)
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RETURN TO INNOCENCE - Enigma - Tradução completa da música
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THE LION SLEEPS TONIGHT (Evening Birds)- Solomon Linda
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SONHOS E INVENTORES - Milena Medeiros
Sem sonhos não existiriam projetos realizados.
Um inventor sonha...
Milena Medeiros
05/03/2026
Leia este e outros textos no site Recanto das Letras
SAUDADE - Negra Noite
Ah...
e no vento da minha saudade
você foi o único pássaro que voou.
(Negra Noite).
Publicada no site Recanto das Letras
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AH, A CHUVA - Marina (Μαρίνα)
"[Criação do vídeo: Chris Demian
Letra: Kostas Tournas
Música: Kostas Tournas
Interpretação: Marina
Os passos, como se por si mesmos,
nos levaram novamente ao lugar onde nos encontrávamos naquela época.
E a chuva parecia ironizar
o destino que nos uniu, que nos amávamos.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Eu era fraca ontem, assim como hoje
e a chuva sempre começa pelos meus olhos.
Porque te amei e imediatamente te perdi
como a chuva que escorre entre os dedos.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Nunca venci meus medos
e você nunca viveu minhas esperanças.
Só a chuva pode, sempre igual,
assobiar notas lavadas pelo que você perdeu.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Os passos novamente, como por si mesmos,
me trouxeram de volta ao lugar onde nos encontrávamos.
E a chuva novamente levou lágrimas por nós dois,
que nos amávamos tão pouco.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Ah, a chuva, ah, a chuva."]
Traduzido do grego com a versão gratuita do tradutor - DeepL.com
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[" Video Creation: Chris Demian
Στίχοι: Κώστας Τουρνάς
Μουσική: Κώστας Τουρνας
Ερμηνεία : Μαρίνα
Τα βήματα ξανά σαν από μόνα τους
με φέραν πάλι εκεί που τότε συναντιόμασταν.
Και η βροχή θαρρείς ειρωνευότανε
την μοίρα που ένωσε εμάς που αγαπιόμασταν.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Αδύναμη ήμουν εχτές όσο και σήμερα
και η βροχή αρχίζει πάντα από τα μάτια μου.
Γιατί σ’ αγάπησα και αμέσως σ’ έχασα
σαν την βροχή που φεύγει ανάμεσα από τα δάχτυλα.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Ποτέ τους φόβους μου εγώ δεν νίκησα
και τις ελπίδες μου εσύ ποτέ δεν έζησες.
Μόνο η βροχή μπορεί ίδια πάντοτε
πλυμένες νότες να σφυρίζει για ότι έχασες
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Τα βήματα ξανά σαν από μόνα τους
με φέραν πάλι εκεί που συναντιόμασταν.
Και η βροχή μου ξαναπήρε δάκρυα για μας τους δύο
που τόσο λίγο αγαπιόμασταν.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή"]
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Galope à beira-mar - Eu Sou Costureira - Quitéria Abreu
["Eu sou costureira e transformo os tecidos
Em peças que juntam conforto e beleza
Que levam estilo, elegância e leveza
Com cortes e pontos tão bem definidos;
Eu faço blusinhas, bermudas, vestidos,
Casacos, pijamas, lençóis para o lar
Toalhas com nomes, também sei bordar
Aprego botões, eu dou pinça e embainhado
Consertos diversos, eu faço um bocado
Nos dez de galope na beira do mar."]
(Quitéria Abreu)
Publicada no site Recanto das Letras
Código do texto: T8550957
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VESTIDA DE ESPERA - Suzete Palitos
["Não houve despedida
não tivemos tempo
um "tchau" habitual, natural
nunca mais nos vimos
"de repente um silêncio"
um "vazio intenso"
te procurei num aroma, num sorriso
te procurei num abraço,
seu abraço contido
busquei sua mão... recuei
tenho meus pés fincados num chão que não me reconhece
ninguém me conhece,
mas ainda estou vestida de espera
nossas crenças, nossas músicas
nossas dores
o que nos une
aprendi que existem "despedidas que não terminam"
e assim é meu agora ."]
(Suzete Palitos)
Leia esse texto e outros dessa autora
no site Recanto das Letras
Nota: A autora enviou o texto via e-mail, a meu pedido. Autorizando a publicação neste blog.
PASSATEMPO - Suzete Palitos
["Passa tempo
Passa perdido
Assim ligeiro
Despercebido
Ditando regras
Passa juiz
Lamento tristonho
Passa infeliz
Não passa em sonho
Porque não permito
Lá meu tempo é liberto
Nele me faço feliz..."]
(Suzete Palitos)
Suzete expõe seus textos no site Recanto das Letras
Nota: A autora enviou o texto via e-mail, a meu pedido. Autorizando a publicação neste blog.
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SEGURA A MINHA MÃO - Milena Medeiros
["Alma de Poeta11:40 PM BRST
Se tu não o deixas mudar, tampouco eu deixarei que mude.
Sempre que eu estiver me perdendo... me ajude... segura na minha mão e me traga de volta a ti, meu anjo
(23/10/2010 como resposta a um comentário em minha poesia.)
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ORELHA, O CÃO!
ORELHA era um cão que acreditava nos "seus" humanos.
Pra ele, todos eram bons como aqueles que lhe davam carinho, alimento, água.
Era fácil interagir com todos. Era um paraíso viver assim, todo cuidado e amado.
Se não fosse isso, ele não teria se juntado à esses seres impiedosos que o estraçalharam até a alma.
Acreditava que mais uma noite e madrugada estava sendo bem cuidado.
Não imaginava que poderiam lhe fazer mal.
E aconteceu! Não tiraram sua vida de imediato. Fizeram-no sofrer.
Nem imagino a tamanha dor que sentiu. E quando seus olhinhos buscavam aqueles algozes como a perguntar: " O que houve? O que eu fiz? Porque estão me causando tamanho sofrimento? E eu os amo. Nunca os feri!
Mas esses seres desumanos não sabiam ler o amor no Orelha. Não quiseram entender. E depois de tanta atrocidade o deixaram ainda a viver.
ORELHA se escondeu pra morrer sozinho, abandonado, não sabia gritar pedindo socorro aos outros seres humanos que tanto o ajudaram. Não tinha forças. Só uma vontade de se esconder pensando em aliviar o seu sofrimento.
Foi isso que o fez ficar embaixo do carro estacionado.
Os bichos se escondem pra morrerem. Pois tem medo de mais sofrimento se ficarem expostos. Por isso, quando acharem um animal escondido, machucado, ferido à beira da morte, saibam que só está com medo de sofrer mais. Não que deseje morrer.
Salvem!
Milena Medeiros
Online 16:39h
08 fevereiro 2026
Link para a postagem no site Recanto das Letras
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| Os cães Orelha e Pretinha brincando na praia |
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SHADOWS - Demis Roussos -- tradução
Segundo informações colhidas no Google (AI)
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A CHUVA - Milena Medeiros
Não era a chuva fria
Que na calçada batia.
Não era a tarde fria
Que se estendia na rua deserta.
Eram meus pensamentos
Nublados
Despejados
Em gotas
De lágrimas.
Se escondiam
De olhares não atentos,
De pessoas que rapidamente
Buscavam abrigo.
A chuva apenas ajudava
Que esse frio de alma
Não ficasse tão escancarado,
Tão bruto.
Dois rios que desaguavam
Em foz diferentes.
Só um se abria ao mundo.
O outro, se escondia em mim.
Milena Medeiros
24/01/2026
(Noite de chuva fria)
Inspiração: imagem abaixo.







