Talvez você nunca me entenda. Mas sempre tentarei explicar-me pelos meus versos e inversos - Milena Medeiros 11/maio/2012
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SAUDADE
"Eu, constantemente,
sinto saudade das coisas que perco!
Mas não as quero de volta.
Já doeu uma vez!
(Via Coisas do coração2)
sábado
UM DIA, TALVEZ - Negra Noite
["Eu não estarei mais aqui,
perto de ti...
Mas, lá no horizonte,
ao sol se pôr,
uma música melodiosa será ouvida e eu ,
em estrela brilhante, passarei por ti no céu pintado de dourado.
Tu me sonharás,
em vão,
pois em teus sonhos,
eu não estarei mais...
Você não mereceu esse sonhar.
(Estrela)"]
quinta-feira
EVERYTHING I OWN - Bread & David Gates
David Gates fez essa canção em homenagem ao seu pai. Mas vale como um vídeo romântico para um amor.
A MENINA DAS FOLHAS - Antonio C Almeida
["Era uma vez uma menina. Que lia um conto, de uma vida de princesa, debaixo de uma árvore e sorria. Enquanto as páginas do livro eram viradas, folhas da árvore que a abrigava caíam. Algumas folhas partiam, levadas pelo vento ao caminho de distinto destino, outras iam direto para o chão, formando um tapete de folhas secas. Desperta ela via que na árvore outras folhas surgiam.
Então a menina crescia, sem saber se ela viveria o conto, ou se era tudo fantasia. Em sua mente ainda estavam as folhas do livro, em ideias permaneciam, mas a imagem das folhas mortas aos seus pés, de sua mente não saiam.
Com o tempo percebeu que ela não estava vivendo no conto de princesa, mas sim na história das folhas que caiam.
Ficou feliz pelo tempo ter passado e ter percebido ser folha só depois de adulta, pois como ter a consciência de ser folha na infância, sem um conto para encantar suas escolhas. Seguiu seu destino, desejando ser como as folhas, que ela percebia, eram levadas ao vento, para quem sabe, cair nos pés de uma pequena menina que lê um conto de princesa, no instante em que conta as folhas caídas de uma árvore a lhe sombrear, enquanto examina se é conto ou folha."]
(Antonio C Almeida)
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons, no site Recanto das Letras
AMAR VOCÊ ME DÓI TODO DIA - WSR
["Dedicatória: Nem todo amor se constrói. Alguns… apenas consomem. A estes, este poema.
Te amar me dói todo dia,
É viver à beira da esperança,
Quando o amor já não guia,
Só resta a dor da lembrança.
Preso a nós desatados,
Entre continuar, ou fugir,
Será que ambos estão cansados,
Do ciclo que insiste em iludir?
Meu peito jaz como a vela,
Que apagou, só cera fria,
Que outrora iluminava a treva,
E agora se derrete em agonia.
Te amar virou meu castigo
Um hábito que me consome.
Como o vício em um veneno,
Que afaga e ao mesmo tempo some.
Quero me livrar das lágrimas,
Como alguém que vence o vício,
Você não sentirá a ausência,
Julgue-me — sempre foi fácil.
De mala pronta, como quem partia,
E descubro, no meu silêncio:
Não era eu quem você queria,
Mas é você quem eu quero.
Me indago com grande angústia:
“Sou só desejo… e nada mais?”
Por ti, mudei minha química,
Com o peito entregue à dor que traz.
Eu te contei cada injúria,
Seguida de uma lágrima importuna.
Mas quando encaro teu pranto,
Fraquejo, e de novo te aceito.
Rogo à minha mente que te mate,
Para que eu encontre paz, enfim.
Existe cura para tal desgaste?
Para as feridas dentro de mim?
Tua mente imatura se conforma,
Com tão pouco, já se acomoda.
Às vezes, até me dizes que me ama,
Mas isso não me faz sentir amado.
Já não sou mais quem te esperou,
Nem o que um dia sonhou.
Sou só os cacos de um homem,
Que teu silêncio moldou.
Te amar me dói todo dia…
Ferida em minha alma que esvazia
Toda esperança que lá havia,
Tornando impuro o sabor da vida.
Me abrasam cada vez mais
Cada faísca que você me traz,
Incendiando, com gesto mordaz,
A flora que em meu peito habita.
Hoje, do que fui, só cacos.
Do que sonhei, só cinzas.
Te amar me dói todo dia...
E amanhã, só restarão feridas."]
(WSR)
Texto copiado do site, conforme autorização do autor, sob código de texto: T8383886 - Licença Creative Commons
Sobre o Autor:
WSR tem 19 anos (2026).
É graduado em Psicologia.
Com 28 textos já publicados no site Recanto das Letras, de onde eu escolhi esse poema acima para apresentar neste blog.
Link para o texto no site Recanto das Letras/poesia de wrs
DEPOIS QUE A PALAVRA FICA - WSR
["Não é na hora
que estraga.
É depois.
Quando o som passa
e algo decide ficar.
A gente pensa
que acabou ali.
Mas não acaba.
Só muda de lugar.
O tempo não quebra de uma vez.
Ele desgasta.
Volta, insiste,
repete sem pressa
até o inteiro virar resto.
Tem palavra
que não vai embora.
Encosta
e fica.
Fica no ouvido
como um golpe que não faz barulho
- mas faz.
E não dói só quando dizem.
Dói quando volta.
Sozinha.
Sem voz.
Sem ninguém por perto.
Tem palavra
que não chega.
Ela entra.
E quando entra,
não sai inteira.
Se espalha por dentro
e aprende o caminho
de onde machucar.
E a gente tenta entender.
Tenta relevar.
Tenta seguir.
Mas algumas coisas
não pedem permissão
pra permanecer.
Já pensou
como seria
silenciar tudo?
Mas não é morte
que chama.
É pausa.
E às vezes
a gente confunde
alívio com fim.
A culpa pesa.
Mas ainda aponta caminho.
Ainda deixa voltar.
O que quebra a gente
nem sempre é o erro.
É o que continua depois dele.
A gente tapa o ouvido.
Mas já não adianta.
Porque tem coisa
que não vem mais de fora.
Vem de dentro
com a voz de alguém
que um dia esteve perto.
E a gente tenta.
Controla, organiza,
segura firme.
Mas quanto mais segura,
mais escapa.
Deus…
a gente sabe onde errou.
E quer voltar.
Mas como se volta
de um lugar
que ainda chama pelo nome da gente?
Talvez isso ainda seja escrita.
Ou talvez
seja só o que sobra
em quem ficou
depois que a palavra ficou também."]
(WSR)
Texto copiado, conforme autorização do autor junto ao site, com código de texto: T8594809
Links para o perfil:
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ONE - Metallica com baixo original (tradução)
["Essa versão apresenta a linha de baixo do próprio Jason, gravada de forma isolada para o game Metallica Guitar Hero de 2009"] - Cesar Ricardo Moreira
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O MENINO E A BOLA - Milena Medeiros
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MENSAGEM DO DIA - Confucio
[“Aquele que exige muito de si mesmo
e espera pouco dos outros
manterá o ressentimento à distância.”]
Confúcio
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OS MOSQUITOS TE ACHAM ASSIM - Saiba mais - Tua Saúde
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| https://www.tuasaude.com/news/2026/03/27/como-os-mosquitos-encontram-voce-e-por-que-roupas-escuras-aumentam-o-risco-de-picadas/ |
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LU GENOVEZ, cadê você?
A autora Lu GENOVEZ encerrou as atividades do cantinho dela, no site Recanto das Letras. E faz tempo!
Será que está bem? Não deseja mais se expor na internet?
Algumas perguntas ficam no ar, esperando o retorno dela.
Um de seus textos, que compartilhei aqui em 2010. O blog tinha outro nome, então. Era "Pedaços de Mim".
Segue o texto:
["A falta que eu sinto
não é de ti
É daquela que eu era
quando estava contigo."]
(Lu Genovez)
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RETURN TO INNOCENCE - Enigma - Tradução completa da música
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DAYLIGHT - David Kushner - Tradução
Assista no YouTube e acione as legendas (cc) no vídeo, para ver a tradução.
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THE LION SLEEPS TONIGHT (Evening Birds)- Solomon Linda
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SONHOS E INVENTORES - Milena Medeiros
Sem sonhos não existiriam projetos realizados.
Um inventor sonha...
Milena Medeiros
05/03/2026
Leia este e outros textos no site Recanto das Letras
SAUDADE - Negra Noite
Ah...
e no vento da minha saudade
você foi o único pássaro que voou.
(Negra Noite).
Publicada no site Recanto das Letras
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AH, A CHUVA - Marina (Μαρίνα)
"[Criação do vídeo: Chris Demian
Letra: Kostas Tournas
Música: Kostas Tournas
Interpretação: Marina
Os passos, como se por si mesmos,
nos levaram novamente ao lugar onde nos encontrávamos naquela época.
E a chuva parecia ironizar
o destino que nos uniu, que nos amávamos.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Eu era fraca ontem, assim como hoje
e a chuva sempre começa pelos meus olhos.
Porque te amei e imediatamente te perdi
como a chuva que escorre entre os dedos.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Nunca venci meus medos
e você nunca viveu minhas esperanças.
Só a chuva pode, sempre igual,
assobiar notas lavadas pelo que você perdeu.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Os passos novamente, como por si mesmos,
me trouxeram de volta ao lugar onde nos encontrávamos.
E a chuva novamente levou lágrimas por nós dois,
que nos amávamos tão pouco.
Ah, a chuva, ah, a chuva.
Ah, a chuva, ah, a chuva."]
Traduzido do grego com a versão gratuita do tradutor - DeepL.com
_____
[" Video Creation: Chris Demian
Στίχοι: Κώστας Τουρνάς
Μουσική: Κώστας Τουρνας
Ερμηνεία : Μαρίνα
Τα βήματα ξανά σαν από μόνα τους
με φέραν πάλι εκεί που τότε συναντιόμασταν.
Και η βροχή θαρρείς ειρωνευότανε
την μοίρα που ένωσε εμάς που αγαπιόμασταν.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Αδύναμη ήμουν εχτές όσο και σήμερα
και η βροχή αρχίζει πάντα από τα μάτια μου.
Γιατί σ’ αγάπησα και αμέσως σ’ έχασα
σαν την βροχή που φεύγει ανάμεσα από τα δάχτυλα.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Ποτέ τους φόβους μου εγώ δεν νίκησα
και τις ελπίδες μου εσύ ποτέ δεν έζησες.
Μόνο η βροχή μπορεί ίδια πάντοτε
πλυμένες νότες να σφυρίζει για ότι έχασες
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Τα βήματα ξανά σαν από μόνα τους
με φέραν πάλι εκεί που συναντιόμασταν.
Και η βροχή μου ξαναπήρε δάκρυα για μας τους δύο
που τόσο λίγο αγαπιόμασταν.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή.
Αχ η βροχή, αχ η βροχή"]
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Galope à beira-mar - Eu Sou Costureira - Quitéria Abreu
["Eu sou costureira e transformo os tecidos
Em peças que juntam conforto e beleza
Que levam estilo, elegância e leveza
Com cortes e pontos tão bem definidos;
Eu faço blusinhas, bermudas, vestidos,
Casacos, pijamas, lençóis para o lar
Toalhas com nomes, também sei bordar
Aprego botões, eu dou pinça e embainhado
Consertos diversos, eu faço um bocado
Nos dez de galope na beira do mar."]
(Quitéria Abreu)
Publicada no site Recanto das Letras
Código do texto: T8550957
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EU, TONYA
Eu,Tonya

Eu, Tonya
Onde assistir Eu, Tonya
"Eu, Tonya" é uma comédia dramática biográfica de 2017 dirigida por Craig Gillespie e estrelada por Margot Robbie, Sebastian Stan e Allison Janney. O filme acompanha a vida de Tonya Harding, ex-patinadora artística olímpica, e seu envolvimento na agressão à sua rival, Nancy Kerrigan, antes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1994. A narrativa se estrutura em torno de uma série de entrevistas com os personagens principais, incluindo a própria Tonya, seu ex-marido Jeff Gillooly e sua mãe, LaVona Golden. Através dessas entrevistas, temos uma noção das diferentes perspectivas e versões dos eventos que levaram ao infame incidente.
Margot Robbie oferece uma atuação deslumbrante como Tonya Harding, capturando tanto a vulnerabilidade quanto a força da patinadora artística. Ela é acompanhada por um elenco excepcional, incluindo Sebastian Stan como Jeff e Allison Janney como LaVona, que trazem complexidade e profundidade aos seus papéis.
Um dos elementos mais impressionantes do filme é o seu tom, que mescla humor negro e tragédia de forma impecável. O roteiro de Steven Rogers brinca com as expectativas do público sobre o que uma cinebiografia deveria ser, quebrando a quarta parede e apresentando relatos conflitantes dos acontecimentos para desafiar nossas ideias preconcebidas sobre Tonya Harding e sua história.
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VESTIDA DE ESPERA - Suzete Palitos
["Não houve despedida
não tivemos tempo
um "tchau" habitual, natural
nunca mais nos vimos
"de repente um silêncio"
um "vazio intenso"
te procurei num aroma, num sorriso
te procurei num abraço,
seu abraço contido
busquei sua mão... recuei
tenho meus pés fincados num chão que não me reconhece
ninguém me conhece,
mas ainda estou vestida de espera
nossas crenças, nossas músicas
nossas dores
o que nos une
aprendi que existem "despedidas que não terminam"
e assim é meu agora ."]
(Suzete Palitos)
Leia esse texto e outros dessa autora
no site Recanto das Letras
Nota: A autora enviou o texto via e-mail, a meu pedido. Autorizando a publicação neste blog.
PASSATEMPO - Suzete Palitos
["Passa tempo
Passa perdido
Assim ligeiro
Despercebido
Ditando regras
Passa juiz
Lamento tristonho
Passa infeliz
Não passa em sonho
Porque não permito
Lá meu tempo é liberto
Nele me faço feliz..."]
(Suzete Palitos)
Suzete expõe seus textos no site Recanto das Letras
Nota: A autora enviou o texto via e-mail, a meu pedido. Autorizando a publicação neste blog.
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SEGURA A MINHA MÃO - Milena Medeiros
["Alma de Poeta11:40 PM BRST
Se tu não o deixas mudar, tampouco eu deixarei que mude.
Sempre que eu estiver me perdendo... me ajude... segura na minha mão e me traga de volta a ti, meu anjo
(23/10/2010 como resposta a um comentário em minha poesia.)
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ORELHA, O CÃO!
ORELHA era um cão que acreditava nos "seus" humanos.
Pra ele, todos eram bons como aqueles que lhe davam carinho, alimento, água.
Era fácil interagir com todos. Era um paraíso viver assim, todo cuidado e amado.
Se não fosse isso, ele não teria se juntado à esses seres impiedosos que o estraçalharam até a alma.
Acreditava que mais uma noite e madrugada estava sendo bem cuidado.
Não imaginava que poderiam lhe fazer mal.
E aconteceu! Não tiraram sua vida de imediato. Fizeram-no sofrer.
Nem imagino a tamanha dor que sentiu. E quando seus olhinhos buscavam aqueles algozes como a perguntar: " O que houve? O que eu fiz? Porque estão me causando tamanho sofrimento? E eu os amo. Nunca os feri!
Mas esses seres desumanos não sabiam ler o amor no Orelha. Não quiseram entender. E depois de tanta atrocidade o deixaram ainda a viver.
ORELHA se escondeu pra morrer sozinho, abandonado, não sabia gritar pedindo socorro aos outros seres humanos que tanto o ajudaram. Não tinha forças. Só uma vontade de se esconder pensando em aliviar o seu sofrimento.
Foi isso que o fez ficar embaixo do carro estacionado.
Os bichos se escondem pra morrerem. Pois tem medo de mais sofrimento se ficarem expostos. Por isso, quando acharem um animal escondido, machucado, ferido à beira da morte, saibam que só está com medo de sofrer mais. Não que deseje morrer.
Salvem!
Milena Medeiros
Online 16:39h
08 fevereiro 2026
Link para a postagem no site Recanto das Letras
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| Os cães Orelha e Pretinha brincando na praia |
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SHADOWS - Demis Roussos -- tradução
Segundo informações colhidas no Google (AI)
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A CHUVA - Milena Medeiros
Não era a chuva fria
Que na calçada batia.
Não era a tarde fria
Que se estendia na rua deserta.
Eram meus pensamentos
Nublados
Despejados
Em gotas
De lágrimas.
Se escondiam
De olhares não atentos,
De pessoas que rapidamente
Buscavam abrigo.
A chuva apenas ajudava
Que esse frio de alma
Não ficasse tão escancarado,
Tão bruto.
Dois rios que desaguavam
Em foz diferentes.
Só um se abria ao mundo.
O outro, se escondia em mim.
Milena Medeiros
24/01/2026
(Noite de chuva fria)
Inspiração: imagem abaixo.









